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Médico Virtual

De acordo com um inquérito apresentado pela Comissão Europeia (CE), cerca de 87% dos médicos europeus utilizam computador e quase metade têm ligações à Internet de banda larga.


O estudo «Benchmarking ICT use among General Practitioners in Europe », dedicado à utilização de serviços electrónicos na área da saúde, demonstra que cada vez mais os profissionais clínicos europeus armazenam e enviam dados dos seus pacientes por meios electrónicos.

A CE defende que a utilização das tecnologias por parte dos médicos ajuda não só a melhorar a prestação de cuidados de saúde, mas também a melhorar uma administração mais eficiente e a reduzir tempos de espera para os doentes.

Apesar de algum optimismo a CE realça que ainda existem algumas diferenças na disponibilidade e utilização das TIC pelos médicos na Europa. A média europeia da utilização da Internet pelos médicos encontra-se nos 70 por cento, enquanto 66 por cento utilizam PCs nas suas consultas.

Os dados relativos a Portugal revelam que 88 por cento dos médicos de clínica geral utilizam PC, 65 por cento utilizam Internet, 32 por cento utilizam Internet de banda larga, 37 por cento das instituições de saúde tem site, 73 por cento armazena dados dos pacientes em formato electrónico e 63 por cento dos médicos utilizam PC durante a consulta.

Outros resultados do estudo indicam que os dados administrativos dos pacientes são armazenados electronicamente em 80 por cento dos casos, 92 por cento dos médicos armazenam em meios electrónicos dados clínicos e 35 por cento dos médicos armazenam electronicamente imagens radiológicas.

Uma das principais conclusões do estudo revela que os países que mais utilizam as TIC e que apresentam melhores índices de conectividade, são também os que mais as utilizam a nível profissional.

Um desses exemplos vem da Dinamarca, país que tem a maior taxa de penetração de banda larga na Europa e onde a utilização de correio electrónico entre médicos e pacientes acontece em 60 por cento dos casos, quando a média europeia se encontra nos quatro pontos percentuais.

A CE apela ainda a um maior investimento na utilização das tecnologias ao serviço da saúde, sobretudo no que diz respeito à utilização de receitas electrónicas, de tecnologias de telemonitorização e na troca de informação de pacientes entre os Estados membros.

Em comunicado a comissária europeia para a Sociedade da Informação e Media, Viviane Reding, defende que a Europa começa a tirar partido das ligações em banda larga no sector da saúde em linha, propondo agora «utilizar estes serviços electrónicos de modo mais generalizado.

Fonte: igov.org

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